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O Tigre quer se manter na Série A com uma defesa de C?

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Fernando Ribeiro / Criciúma EC É coro nacional: como que o Criciúma conseguiu tomar goleada do Flamengo, que moribundeia desesperadamente tentando se manter na Série A? É só olhar a defesa do time. ´ É desesperador. Jogadores da turma de trás não marcam, não jogam, e tomam gols de pelada. Nível abaixo da Série B. Me pergunto para que serviu o tal do treino noturno que Argel deu essa semana. Para não dar um mínimo de organização? Tony assistiu o jogo, Leonardo foi o "menos pior", Fábio Ferreira totalmente deslocado em campo, Marlon fazendo talvez o pior jogo dos últimos tempos. E não para por aí, porque Amaral e Leandro Brasília assistiram o meio-campo rubro-negro, que não é essas coisas, jogar e fazer o que queria. O pouco que o Criciúma conseguiu jogar veio do ataque, que ainda conseguiu jogar em cima da defesa flamenguista, que também não é boa, criando chances. Lins trouxe a responsabilidade para si e foi o único com entrega e lucidez no time, lutando para buscar...

Por que o JEC não embala?

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Luciano Moraes / Notícias do Dia Não é a primeira vez: o time do JEC vai fora de casa, conquista pontos, e quando chega a hora de confirmar a boa fase na Arena, falha. Os números falam por si: dentro de casa, sempre com boa presença da torcida, o tricolor tem números pífios: em 13 jogos, são apenas 6 vitórias, 3 empates e 4 derrotas. Dezoito pontos perdidos em Joinville. Fora, a campanha é igual, com apenas uma derrota a menos. São muitos vacilos que podem custar o acesso. O time de Ricardo Drubscky continuará no G4 ao fim da rodada, é verdade, mas terá pedreiras pela frente, com quatro jogos fora de casa nas próximas seis rodadas: Sport, Chapecoense, Boa Esporte e Figueirense. Contra o Guaratinguetá, faltou o algo a mais para levar os três pontos. Ao contrário da derrota para o Avaí, quando havia a desculpa do campo molhado, dessa vez não tinha desculpa: time que quer terminar o campeonato no G4 tem que patrolar esse tipo de adversário, que provavelmente vai jogar fechado para...

O Bruscão voltou, por um torcedor

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Num jogo que começou com susto no primeiro minuto, com o gol do Concórdia, o Brusque teve tranquilidade para fazer três gols e, sem sustos, garantiu sua vaga na primeira divisão em 2014. Uma vaga suada, sofrida além da conta, que teve muita briga nos tribunais e que não teve o futebol como cenário principal. Mas toda essa novela teve um final feliz, para a felicidade do torcedor.  Seria injusto se o Bruscão não tivesse garantido o acesso. O time sempre foi o melhor entre os 10 participantes. Fechou com a melhor campanha. Não jogou um futebol de gala, é verdade, mas dentro da proposta de subir, era o mais capacitado. Comandado pelo artilheiro Eydison, o time encontrou força e motivação nas adversidades causadas pelo “extracampo”e cumpriu a sua missão. Agora vem a decisão contra o Marcílio, que é um bônus, e tanto faz qual será o resultado.  Com o objetivo principal conquistado, hora de festejar um pouco e pensar no ano que vem. O Campeonato Estadual já está logo aí, com...

Argel Fucks assume o Criciúma, na última tentativa de evitar a Série B

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Daniel Queiroz / Notícias do Dia Tente entender a cabeça do presidente Antenor Angeloni: quando ele assumiu o Criciúma na Série C, trouxe Argel Fucks para comandar o projeto do acesso. Deu certo, e o time subiu. Até aconteceu um fato curioso: mesmo com a subida para a Série B, tinha torcedor pedindo a cabeça dele. Notadamente, é o nome preferido de quem manda. E nada mais natural que, na situação de desespero, Angeloni chamasse a quem confia: Argel está de volta e assume amanhã o Tigre, numa luta complicada contra o rebaixamento. Silvio Criciúma tentou, conquistou importantes pontos, mas sentiu-se que faltava algo mais para comandar uma arrancada. Todo mundo sabe do estilo Argel. Nada de estudioso, cadenciador ou tático. É motivação pura, gritaria, frases de efeito nas coletivas. O Criciúma já vê o barco afundando e resolveu apostar no estilo que costumo chamar de "Vamo lá, pô!". Agora é motivar, tentar espremer o máximo do elenco, para se segurar na Série A.

Marcílio Dias já está na primeira. Brusque precisa de um empate

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Marcio Costódio / Rádio Cidade Com a vitória de 2 a 0 sobre o Concórdia, o Marcílio Dias é o primeiro time a garantir o seu retorno à primeira divisão do Estadual em 2014. O outro time pode ser o Brusque, que bateu o Tubarão por 2 a 0, eliminou o rival e tem a vantagem do empate no jogo contra o Concórdia, em casa, na quinta-feira. Aliás, essa partida promete ser das boas, pois é confronto direto pelo acesso: quem vencer leva, sendo que o empate beneficia o time da casa. O julgamento marcado para esta terça-feira no TJD sobre a confusão no Augusto Bauer não muda nada na situação de acesso. Caso o Brusque empate, não poderá ser mais ultrapassado pelo Concórdia. Suba quem subir, fica o recado: melhorem os times. O nível técnico da Segunda Divisão de SC foi muito, mas muito baixo. Se mantiverem esses times, farão viagem de bate e volta na primeira. A qualificação vai ter que ser enorme.

Alerta para a Chapecoense e pequena esperança para o Figueira

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Tribuna do Norte Sábado de sentimentos antagônicos. Enquanto faltou futebol e entrega da Chapecoense para vencer o lanterna ABC em Natal, o Figueirense buscou energia lá do fundo para vencer o Paraná e ter ainda um pouco de esperança. No Frasqueirão, o time de Gilmar Dal Pozzo simplesmente não jogou futebol. Assistiu o fraco adversário jogar bola, sem oferecer resistência. De quebra, perdeu mais um goleiro por lesão e terá que ir ao mercado buscar outro para o restante do campeonato. Pra resumir um pouco mais: o futebol que sobrou naquela goleada contra o São Caetano faltou, e muito, em Natal. O raciocínio é simples: enquanto os outros times da briga pelo acesso marcarão pontos contra o lanterna, a Chape passou zerada nesse quesito. A gordura ainda existe, mas não dá pra tratar o acesso como algo que vai acontecer ao natural. O futebol verde simplesmente inexistiu lá na Ponta Negra. Marco Santiago / Notícias do Dia Já o Figueirense deu sinais que poderá dar um caldo ainda...

Avaí soube ler os defeitos do JEC para vencer na Arena

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Luciano Moraes / Notícias do Dia Apenas jogar bem não basta para vencer uma partida. Saber analisar os defeitos do adversário e investir naquele caminho é, por muitas vezes, uma saída inteligente. E esse foi o caminho que o Avaí trilhou para bater o Joinville na Arena. Encontrou as falhas, jogou por ali e fez 2 a 0, sobrevivendo na luta pelo acesso. Os erros que ajudaram o Avaí a vencer vem da inexplicável cabeça de Ricardo Drubscky, técnico do Joinville. Eu não entendo: o time vem rendendo bem, conquistando pontos sem dar espetáculo e, do nada, ele inventa Ricardinho, jogador cujo futebol está bem aquém do esperado, como titular. Em 34 minutos, ele viu o tamanho da lambança que fez e queimou uma troca, colocando Liguera. E teve o lance do pênalti, que mudou o jogo. Todo mundo sabe que o batedor oficial do time é Marcelo Costa. Drubscky deixou Lima bater e a bola foi na trave. Aí, o Avaí foi achando espaço, principalmente na direita, onde Eduardo deixava muito espaço nas suas c...