O clima, a três dias da final

Chegando o dia da grande decisão.

Nenhuma novidade até agora no campo tático. A conversa agora é sobre motivação, que toma conta dos noticiários, principalmente lá na capital.

O destaque maior vai para o Figueirense, que tem a inglória missão do domingo. O discurso de Fernandes, com todo o time atrás, é um chamariz para a torcida. As palavras foram bonitas, mas isso não é tudo. Branco ainda não disse como vai pressionar o Avaí sem Aloísio e com Julio César a meio-pau, ou qual receita vai usar para que seus meias venham a funcionar com a marcação de Bruno e Mika. Acho a motivação muito boa, ela tem que acontecer. Mas dentro de campo, o buraco é bem mais embaixo. Para fazer os três gols, Branco terá que dar um nó em Hémerson Maria, que tem um time que está redondinho na marcação. A torcida vai fazer a sua parte.

O Avaí não dá muita pista, mas a conversa vai ser grande no vestiário. Não vai ter clima de oba-oba, todo mundo ali é profissional. Mas com certeza haverá uma reação diante da repercussão daquela coletiva no CT do Cambirela. Os jogadores do Leão não vão falar muito, se concentrarão para não errar no Scarpelli. A missão: segurar o ímpeto inicial, deixar o jogo passar e engatar contra-ataques para prender a bola no ataque. A missão mais dura será de Mika e Bruno. Se repetirem o bom trabalho da Ressacada, é meio caminho andado.

A torcida está ensandecida. Mas nos treinamentos, tirando a declaração de Fernandes, nada acontece de novo. Concentração total para o clássico decisivo no Scarpelli. Estarei lá.

Comentários

  1. Rodrigo, não sei se vai ter esse ímpeto inicial, pois o preço pode ser caro. Vai que toma um contra-ataque e já sai de 0x1? Na Ressacada, lembro que eles entregaram a primeira bola no meio e o Leão foi pra cima. Além disso, costumamos nos dar bem no Scarpelly Park.
    Abraços.

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