Com uma mão e quatro dedos no caneco
Péricles Chamusca merece ser elogiado pelo esquema apresentado: usou o seu conhecido 3-6-1, que venceu a partida no meio-campo. Não deixou o setor de criação do JEC jogar, deixando Lima e Cris sem aparecer, e teve paciência para criar as chances de ataque. Criou e abriu o placar, com Davi. No outro lado, Carlinhos Santos, um dos principais nomes do JEC, estava sumido. De quebra, tomou o terceiro cartão e não disputa a finalíssima.
Antes do segundo tempo, Mauro Ovelha deve ter colocado na cabeça do time que o 1 a 0 não era o fim do mundo. E dois? Rudinei marcou no começo e aí o caldo entornou de vez para ele. O JEC subiu num desespero, fez com Ricardinho. O 2 a 1 obrigaria o Joinville a vencer por dois gols de diferença em Floripa, mas o pênalti cobrado por Roberto aumentou o prejuízo pra três. Foi pênalti? Tenho dúvida até agora, mas ao mesmo tempo houve uma infração clara a favor do Avaí no primeiro tempo não marcada pelo árbitro.
Aliás, o Joinville não pode colocar no árbitro a culpa do resultado. Mostrou um futebol muito abaixo do Avaí, que foi arrumadinho, com a cabeça no lugar e fez o resultado que praticamente lhe garante o título. Durante a semana, ouviremos muitos discursos do tipo "Eu acredito", ou "É possível". Pode haver a virada? Pode. Em noventa minutos dá pra marcar três gols. Mas a pergunta é: o Joinville tem condições técnicas de virar? Da forma como jogou, não. Mauro Ovelha caminha para o seu quarto vice, e no andar da carruagem, só conseguirá o título se acontecer uma catástrofe. A chance do Joinville era hoje. E o torcedor do Leão terá uma semana para planejar a festa.
Rodrigo, escreve ai: O Avaí é Foda!!
ResponderExcluirA torcida do JEC destruiu carros da TVBV e RBS. Uma pena! Em todas (!!!) as cidades tem torcedores(???) deste estirpe.
ResponderExcluirBrigas, bomas, rojões, mãe decepadas, pedra em ônibus, etc...
Agora, convenhamos, em Joinville é algo institucional.
Em Floripa tem torcedores iguais ou até piores.
ResponderExcluirSão os torcedores mais fanáticos (via de regra, os mais chatos e violentos)