Nem campanha boa salva técnico no JEC
Ouvi dos amigos lá de Joinville que "A diretoria do JEC se acha auto-suficiente demais. Não aceita receber críticas, e manda embora". É uma definição bem interessante, e que pode criar um ambiente desfavorável no clube, que, repito, fazia boa campanha na Série D. Edinho assumiu o time após o Estadual, visando a montagem do time para o Brasileiro, mas a perda da vaga na Copa do Brasil para o Brusque foi um duro golpe. Mesmo assim, a boa campanha no Nacional indicava chances ótimas do acesso. E a diretoria do JEC cria uma crise onde não existia. Se futebol é resultado, eles estavam aparecendo. Tenho uma impressão fortíssima que a diretoria gosta de interferir em escalação do time, o que é algo perigoso, pois tira a autoridade do treinador. Pode até não ser que isso aconteça, mas os indícios são fortes, já que Edinho tinha reclamado anteriormente que jogadores haviam chegado ao clube sem condições de entrar em campo. Em entrevista ao Futebol Interior, o ex-técnico do JEC falou que "Houve um desgaste muito grande entre eu e a diretoria. Eles contrataram alguns jogadores que não estavam rendendo o esperado. Aí eles associaram isso ao técnico e vinham me culpando. Mas, não tem problema, só tenho boas lembranças do time, torcida e diretoria".
E, parafraseando o que disse o competente Diego Santos no "A Notícia" de hoje, "Se eu fosse treinador de futebol, avaliaria muito bem uma proposta do Joinville. Não, na verdade recusaria de primeira. É um emprego de risco".
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