Os Ecos do Clássico
Faltam duas rodadas pro final do returno, e há tempo para recuperação. Mas o clássico é fantástico pelas mudanças de opinião que causa. Jorginho ganhou muitos pontos com a torcida, que fazia a comparação direta com Márcio Goiano. E Silas passou a ser efetivamente questionado pela sua postura em campo. E com razão. Vi um Avaí desorganizado, abusando dos chutões e com uma escalação que não entendo. Não entendi a sua explicação quando perguntado sobre a não-escalação de Estrada. Diz ele que é o reserva imediato de Marquinhos, e não tem como colocá-lo em outra posição dentro do seu esquema. Então, que arrume, pois a articulação não funciona, e Marquinhos está devendo bastante no seu futebol.
Se o Figueira não fez uma partida brilhante, mas competente, serve como uma estrondosa motivação para a reta final do campeonato. Espantou o fantasma do desempenho como visitante, e vai para as duas partidas tentando o primeiro lugar, torcendo por tropeços da Chapecoense. E Jorginho agradece. Ganha alguns dias de trabalho tranquilo, onde poderá tentar implantar a sua filosofia. Cada vez, o time tem menos a cada de Márcio Goiano em campo. Resta saber se isso resultará em título ou não.
COntra o Criciúma será a principal maneira de ver como o Jorginho vai trabalhar.
ResponderExcluirAté agora, não gostei da maneira como o FIgueira vem jogando, perdeu o toque de bola, as jogadas, etc...
Mas isso também poderia ter sido originário da própria pressão que os jogadores e o técnico sofriam
Como clássico limpa tudo e acredito que o de 2008, no Scarpelli foi fundamental para a definição dos times no nacional. Veremos como o homem vai trabalhar.
INDEPENDENTE do resultado que vier contra o Tigre, espero ver um Figueirense melhor, caso contrário, é bom a diretoria não EMPURRAR COM A BARRIGA e já arranjar logo alguém que o substitua.