Mauro Fernandes, mais um que cai no Tigre
O Criciúma está em má fase, mas não corre risco de rebaixamento. Está no meio da tabela, mas ainda há tempo para uma recuperação. Enfim, o ambiente está longe de uma crise, situação que vivem aqueles que estáo com a água no pescoço.
Resumindo: quando um treinador pede demissão quando ninguém espera, e por um motivo que não é proposta de outro clube, é para se analisar bem. Definitivamente, existe algum fator interno que não seja decisivo, mas ajude muito a tornar o ambiente pesado.
Investimento existe, jogadores existem sobrando, inclusive aqueles que caberiam em outra equipe mas treinam separado, como é o caso de Thoni, que veio a peso de ouro da Chapecoense para ser pouco aproveitado dentro do clube. Há se de tentar identificar internamente o que acontece, sob pena do próximo treinador chegar e também não aguentar muito tempo.
Falando em novo treinador, Márcio Goiano está desempregado. Será a vez dele?
É a vez do Wilsão. Tirou leite de pedra naquele estadual de 2010 antes de, injustamente, ser trocado pelo Argel.
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