Ao seu jeito, Chapecoense e Joinville preparam o sprint final
Começando com o Joinville, que venceu o ASA. Aos poucos, vou entendendo as lógicas de Ricardo Drubscky: jogar de acordo com o adversário, com precaução maior fora de casa e, aos poucos, detectando as brechas e tentando marcar gol por ali. O time chega à sexta vitória em sete jogos assim: sem dar espetáculo nem banho de bola, e forte marcação. Em Arapiraca, o primeiro tempo foi sofrível. No segundo, Edigar Júnio entrou no lugar de Ronaldo, e aproveitando uma bela jogada de Hernani, mandou para a rede. A única grande chance foi aproveitada, e depois disso o time se deu ao luxo de brecar os contra-ataques para prender a posse de bola lá na frente. Esse vai ser o estilo Drubscky, um puro futebol de resultado. Dá até para um amante do bom futebol questionar, é verdade. Mas como está funcionando, os resultados estão vindo e a sorte ajudando com os resultados paralelos, não tem do que reclamar. Nunca o Joinville esteve tão próximo da Série A.
E depois, a Chapecoense não tomou conhecimento do São Caetano, aplicando 6 a 2. Para quem tinha achado que a máquina verde estava dando sinais de que poderia dar problema, vem um resultado desse para dar o recado que a pequena baixa era apenas um acidente de percurso. Um jogo fácil de um time que tem um entrosamento acima do normal, com jogadores focados e um técnico que tem o elenco nas mãos. O bonde segue com o Verdão irresistível.
E nas redes sociais um assunto em especial é cada vez mais falado: será que teremos três do interior na Série A a dupla da capital na B em 2014? É esperar pra ver.
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