Catarinense 2014: Chapecoense
ASSOCIAÇÃO CHAPECOENSE DE FUTEBOL
Fundação: 10 de maio de 1973
Cores: Verde e Branco
Estádio: Regional Índio Condá - 16.000 lugares
Presidente: Sandro Pallaoro
Técnico: Gilmar Dal Pozzo
Ranking "BdR" 2013: 2o. Lugar
Catarinense 2013: Vice-campeão
O time verde que surpreendeu o país chega ao ano mais importante da sua história. Aquele time que, anos atrás, era rebaixado para a segundona catarinense ressurgiu, e subiu todos os degraus para chegar à elite. Com um forte apoio da comunidade da cidade, o clube transpira competência: um conselho formado por pessoas influentes de Chapecó dá segurança para o trabalho do presidente Sandro Pallaoro. Some-se aí o também o grande apoio da população da região Oeste e a inteligência de um trio que deu uma aula de como se monta um time: Cadú Gaucho, João Carlos Maringá e Mauro Stumpf pegaram alguns jogadores do interior do país, mais alguns que não eram aproveitados em times maiores, e olha no que deu: vice-campeão da Série B, acesso conseguido com antecedência e vaga na elite com autoridade. Para 2014, e um orçamento na base das dezenas de milhões, o clube já avisou: parte do dinheiro será investido na construção de um Centro de Treinamento. Aí você já vê a visão consciente: torrar a grana com salários não é tudo. E pensar que por causa de um milhão de reais o time quase fechou as portas no passado...
E outro que tem muito crédito na guinada verde é o técnico Gilmar Dal Pozzo. Comandou o time em uma arrancada espetacular no início do último Estadual que garantiu o time na fase final. Na decisão, acabou perdendo para um Criciúma que, naquele momento, era mais time. Mesma arrancada aconteceu na Série B. A Chape não ficou fora do G4 em nenhuma rodada, mostrando a superioridade que não tinha um cracaço de bola, mas um elenco motivado, muito bem entrosado e com um camisa 9 numa fase irresistível. Lembrado em outras equipes que precisavam desesperadamente de um novo nome para arrumar a casa, Gilmar preferiu ficar em Chapecó para tentar aumentar ainda mais o seu feito: além de ter colocado o time na Série A, quer fazer bonito lá. E para tentar mais um título estadual, ele terá a sua disposição uma boa base do time que conseguiu o acesso.
Ficaram do time do ano passado muitos titulares, como os zagueiros Rafael Lima e André Paulino, o goleiro Nivaldo, o lateral Fabinho Gaúcho, o volante Vanderson, além do veterano atacante Rodrigo Gral. Com um orçamento para a temporada que nunca passou perto de outros anos, o clube teve a oportunidade de contratar bons jogadores não tão badalados, mas apostando no poder de observação e deteção de reforços que se encaixam no perfil do time. Vieram o volante Dedé, do Santa Cruz, o meia Bergson, pertencente ao Grêmio que estava na Lusa, e o lateral Everton Silva, ex- Flamengo. Será esse o time da Série A? Negativo. Amigos da imprensa do Oeste dizem que já existem nomes na mira e reserva no caixa para trazer sete ou oito jogadores pra não fazer feio no Brasileirão. E em se tratando de Chapecoense, eu não duvido nada. O time vai sentir a falta de Bruno Rangel? Não acredito. Com talento e perspicácia, dá pra achar jogador igual ou melhor que se encaixe no esquema, assim como também foi Aloísio, o boi bandido, no passado.
A Chapecoense, agora time de Série A, sai na frente dos seus rivais por ter mantido grande parte do time do ano passado, diferente dos outros grandes, que reformularam demais os times e podem pagar o preço nas primeiras rodadas. Com um orçamento maior, a competente diretoria tem um leque maior de opções para contratar e qualificar o time. E quem sabe como a Chape trabalha, não pode duvidar do seu potencial. Chega a ser incrível ver como um time contrata jogadores com uma margem de erro tão pequena.
Fundação: 10 de maio de 1973
Cores: Verde e Branco
Estádio: Regional Índio Condá - 16.000 lugares
Presidente: Sandro Pallaoro
Técnico: Gilmar Dal Pozzo
Ranking "BdR" 2013: 2o. Lugar
Catarinense 2013: Vice-campeão
O time verde que surpreendeu o país chega ao ano mais importante da sua história. Aquele time que, anos atrás, era rebaixado para a segundona catarinense ressurgiu, e subiu todos os degraus para chegar à elite. Com um forte apoio da comunidade da cidade, o clube transpira competência: um conselho formado por pessoas influentes de Chapecó dá segurança para o trabalho do presidente Sandro Pallaoro. Some-se aí o também o grande apoio da população da região Oeste e a inteligência de um trio que deu uma aula de como se monta um time: Cadú Gaucho, João Carlos Maringá e Mauro Stumpf pegaram alguns jogadores do interior do país, mais alguns que não eram aproveitados em times maiores, e olha no que deu: vice-campeão da Série B, acesso conseguido com antecedência e vaga na elite com autoridade. Para 2014, e um orçamento na base das dezenas de milhões, o clube já avisou: parte do dinheiro será investido na construção de um Centro de Treinamento. Aí você já vê a visão consciente: torrar a grana com salários não é tudo. E pensar que por causa de um milhão de reais o time quase fechou as portas no passado...
E outro que tem muito crédito na guinada verde é o técnico Gilmar Dal Pozzo. Comandou o time em uma arrancada espetacular no início do último Estadual que garantiu o time na fase final. Na decisão, acabou perdendo para um Criciúma que, naquele momento, era mais time. Mesma arrancada aconteceu na Série B. A Chape não ficou fora do G4 em nenhuma rodada, mostrando a superioridade que não tinha um cracaço de bola, mas um elenco motivado, muito bem entrosado e com um camisa 9 numa fase irresistível. Lembrado em outras equipes que precisavam desesperadamente de um novo nome para arrumar a casa, Gilmar preferiu ficar em Chapecó para tentar aumentar ainda mais o seu feito: além de ter colocado o time na Série A, quer fazer bonito lá. E para tentar mais um título estadual, ele terá a sua disposição uma boa base do time que conseguiu o acesso.
Ficaram do time do ano passado muitos titulares, como os zagueiros Rafael Lima e André Paulino, o goleiro Nivaldo, o lateral Fabinho Gaúcho, o volante Vanderson, além do veterano atacante Rodrigo Gral. Com um orçamento para a temporada que nunca passou perto de outros anos, o clube teve a oportunidade de contratar bons jogadores não tão badalados, mas apostando no poder de observação e deteção de reforços que se encaixam no perfil do time. Vieram o volante Dedé, do Santa Cruz, o meia Bergson, pertencente ao Grêmio que estava na Lusa, e o lateral Everton Silva, ex- Flamengo. Será esse o time da Série A? Negativo. Amigos da imprensa do Oeste dizem que já existem nomes na mira e reserva no caixa para trazer sete ou oito jogadores pra não fazer feio no Brasileirão. E em se tratando de Chapecoense, eu não duvido nada. O time vai sentir a falta de Bruno Rangel? Não acredito. Com talento e perspicácia, dá pra achar jogador igual ou melhor que se encaixe no esquema, assim como também foi Aloísio, o boi bandido, no passado.A Chapecoense, agora time de Série A, sai na frente dos seus rivais por ter mantido grande parte do time do ano passado, diferente dos outros grandes, que reformularam demais os times e podem pagar o preço nas primeiras rodadas. Com um orçamento maior, a competente diretoria tem um leque maior de opções para contratar e qualificar o time. E quem sabe como a Chape trabalha, não pode duvidar do seu potencial. Chega a ser incrível ver como um time contrata jogadores com uma margem de erro tão pequena.
Comentários
Postar um comentário