Felipe e Carlos Alberto, as apostas inusitadas do Figueira

Numa noite só, a imprensa do Rio diz que Carlos Alberto fechou com o Figueirense pela bagatela de 140 mil reais mensais e o goleiro Felipe é visto em Floripa depois de acertar com o clube.

Dois casos que dá pra chamar de aposta. E aposta inusitada. Um meia que não convence há tempos, com um salário extremamente alto pelo pouco futebol que vem mostrando. Carlos Alberto é o tipo de jogador que ainda encontra lugar em clube de Série A sem merecer tanto. Basta olhar as suas últimas temporadas. Se ele tivesse vindo por um valor menor ou até com algo ligado a produtividade, vá lá. Mas um salário tão alto para alguém que coleciona afastamentos e passagens discretas? Posso queimar a língua, mas não acrescenta em nada ao que o time tem atualmente. Em tempo, parte 1: seu salário no Goiás, ano passado, era de 50 mil reais.

O caso de Felipe é diferente e traz outro pensamento. Tiago Volpi assumiu a camisa 1 do time, convenceu a torcida com o andar das rodadas e tornou-se unanimidade, certo? Alex Muralha segue o mesmo caminho. Assumiu a titularidade, tem atuações convincentes e mostra ter qualidade para o gol alvinegro na Série A. E aí vem um outro goleiro que está parado um tempão?

O dinheiro do Figueirense não é meu e o presidente tem direito de gastar onde quiser. Mas dentro de uma certa razoabilidade, é melhor investir uma grana preta em dúvidas ou em jogadores que possam trazer um resultado, digamos assim, mais garantido?

Pesa a favor aquela história de recuperar jogador em decadência, vide Edmundo. Não sei se o raio cai duas vezes no mesmo lugar. Também tem o caso do Loco Abreu, que deu beeeem errado.

Em tempo, parte 2: torcedores vascaínos não esconderam sua felicidade quando souberam que Carlos Alberto recebeu uma proposta bem melhor do Figueira.


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