Três derrotas catarinenses. Só a Chapecoense se salvou
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Assessoria JEC |
O mesmo, obviamente, não dá pra falar do Joinville. Havia gostado da escalação de Adilson Batista para enfrentar o Santos, mas não esperava tamanha falta de entrega do time. Desnorteado em campo, o Peixe não demorou para fazer 2 a 0 e passar à condição de administrar a partida. Chutes certos a gol? Nenhum. O time que mostrou uma certa evolução contra a Ponte Preta parece ter voltado à estaca zero, ou até abaixo dela. Algo acontece além do campo. Você vê um time em condição difícil, que não mostra aquela garra ou "sangue no olho" para sair dela. O reflexo está nos discursos após o fim do jogo. Dorival Junior agradece. Vencer essa partida foi que nem tirar doce de criança.
Avaí e Figueirense entram numa desconfortável região de risco depois de ontem. O Leão me pareceu sem confiança necessária para enfrentar o Atlético-PR. Estava, após o gol de empate, em uma condição melhor que o adversário, com total possibilidade de virada. Tomou o gol e poderia salvar a noite não fosse a insubordinação de Juninho, querendo ser o heroi na cobrança do pênalti. Assim como aquele lance contra o Sport, novamente o time perde em casa um ponto importante que poderá fazer falta. Terá em Joinville a chance dar uma escapada. Em BH, o Figueira conseguiu jogar no mano-a-mano com o Atlético. Mas o gol, detalhe que decide a partida, acabou indo para o time da casa. Mesmo assim, o alvinegro chega ao quarto jogo sem vitória e começa a namorar o Z4. Argel terá na Ponte Preta, time que vem em decrescente no Brasileirão, a chance de ganhar ar. Ambos não podem nem pensar em empate na próxima rodada.
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