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A Chapecoense precisa de um real Comandante. Mas deve ter um "Bombeiro" já conhecido

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Na vice-lanterna do Brasileirão com um elenco caro e sem ter futebol de qualidade, a Chapecoense atravessa uma crise sem precedentes em sua era na Série A. Nem após o acidente, com toda a correria de remontagem de elenco, o time foi tão questionado pela sua baixa qualidade. A opção da diretoria em Emerson Cris não encontra sentido. Ele conta com apoio do elenco justamente pelo fato de não apresentar postura de um comandante, algo que o time precisa. Ha um returno de campeonato pela frente, e uma certa proximidade entre os times de fora do Z4, algo que dá pra se reverter, ainda que seja muito, mas muito complicado. Sem muito o que procurar no mercado, o negócio, primeiro, é arrumar e disciplinar a casa, ou arrumar a cozinha, como diz um amigo meu. E isso passa pela escolha de um treinador que tenha a capacidade de fazer isso. Mas, pelo que informam os amigos do Oeste, o caminho vai ser um já conhecido, que deu certo em alguns times, e muito errado em outros. Bom, os intrépidos...

Não é a mesma coisa

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Matheus Dias / FFC No primeiro jogo após o "retumbante" anúncio do pagamento de salários atrasados por parte da diretoria do Figueirense (ainda que muita coisa dessa administração ainda esteja pendente), o time foi a campo dentro de casa e acabou perdendo para o Guarani com um gol escandalosamente irregular, num impedimento na cara do assistente. Sim, nesse aspecto a derrota foi injusta, mas o time alvinegro não fez absolutamente nada em campo para tentar mudar sua sorte. Faltou qualidade técnica, faltou preparo físico, faltou alma dentro do gramado. Não consigo imaginar um ambiente "tranquilo" dentro de um clube depois de todo o desgaste que aconteceu, com jogadores expostos, uma diretoria que se manteve distante e um técnico que até agora não apresentou nada. Assim como em uma empresa, é impossível imaginar que o ambiente esteja alegre e tranquilo depois de tanto estresse. Não tem motivador que resolva. E nessa esteira de maus resultados, o Figueiren...

Conheça a segundona: Barra

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BARRA FUTEBOL CLUBE Fundação: 18 de janeiro de 2013 Cores: Azul e Amarelo Estádio: Camilo Mussi (particular - pertence ao Almirante Barroso) 1.100 pessoas Presidente: Benê Sobrinho Técnico: Tcheco Ranking "BdR" 2018: 15o. Lugar Catarinense 2018: 6o. lugar na Série B Time de Balneário Camboriú que mandará seus jogos no campo sintético do Barroso em Itajaí, o Barra é um time que sempre promete ir longe, mas acaba caindo de rendimento na reta final do campeonato. Ano passado não fugiu a regra: depois de um sólido terceiro lugar no primeiro turno, o time desceu a ladeira na segunda parte da segundona e ficou em sétimo no returno. Passou longe do acesso, mas também não correu risco. E fica a dúvida: será que em 2019, finalmente, o time vai brigar firme pela parte de cima da tabela? A grande novidade do Barra para a segundona está no Banco de reservas: o time terá Tcheco , de 43 anos de idade, como treinador. Como jogador, seu maior destaque foi no Coritiba, com mais de...

Conheça a segundona: Juventus

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GRÊMIO ESPORTIVO JUVENTUS  Fundação: 1o. de maio de 1966  Cores: Grená, Preto e Branco  Estádio: João Marcatto - Particular (7.000 lugares)   Presidente: Cristiano Humenhuk "Técnico: Eduardo Clara  Ranking "BdR" 2018: 15o. Lugar  Catarinense 2018: 8o. lugar na Série B Sem disputar a primeira divisão desde 2014, o Juventus de Jaraguá do Sul busca fazer um bom campeonato depois de um 2018 bem ruim. Na última série B, o moleque travesso fez um primeiro turno apenas razoável, com 11 pontos em nove partidas. No returno, o time descambou de vez, sendo vice-lanterna, empatado com o Guarani de Palhoça, com apenas sete pontos conquistados. Acabou terminando o campeonato em oitavo, mais se preocupando em garantir pontos para não cair do que em tentar algo na parte de cima. Para um time que sempre entra com muita expectativa, pela representatividade que tem e pelo fato de ter experiência recente na primeira divisão, foi uma decepção enorme. Virou o a...

Conheça a segundona: Concórdia

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Está começando mais uma edição da série "Conheça a segundona" aqui do Blog. Em alguns dias, começa a dura disputa onde dez times jogarão em turno e returno e definirão em pontos corridos os dois times que subirão para a primeira divisão do catarinense 2020. Um campeonato que terá um Inter de Lages pressionado para retornar e a volta do Próspera de Criciúma, após um bom período de ausência. Começamos a nossa série com o Concórdia, o Galo do Oeste, que aposta na filosofia de Nazareno Silva para retornar à elite. CONCÓRDIA ATLETICO CLUBE Fundação: 2 de março de 2005 Cores: Vermelho, Verde e Branco Estádio: Domingos Machado de Lima (Municipal) - 8.000 lugares Presidente: Jonas Guzatto Técnico: Nazareno Silva Ranking "BdR" 2018: 14o. lugar Catarinense 2018 : 10o. colocado na Série A Rebaixado no ano passado com a pior campanha do Campeonato Estadual, o Concórdia está de volta à segundona para mais uma tentativa de acesso. O time do Oeste, que teve apenas trê...

O Avaí é campeão, em um jogo que lembraremos do último lance

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Frederico Tadeu / Avaí FC Acabou o jogo e só se fala se o chute de Bruno Pacheco entrou ou não. Respeitando quem diz sim ou não (eu acho que entrou e o árbitro Bráulio Machado, quem manda no jogo, deveria ter ido no monitor ver pessoalmente o lance), o resultado foi decretado e o Avaí, time de melhor campanha na primeira fase, leva o título em uma disputa de pênaltis decisiva que só tinha acontecido uma vez na final do catarinense, há quase 70 anos, numa final entre o América de Joinville e o Paula Ramos de Florianópolis. O jogo mesmo só começou aos 40 minutos do primeiro tempo, quando Régis acertou uma pedrada lá de longe pra fazer um golaço. Aquele jogo modorrento de dois times com medo de perder e sem vontade pra ganhar duraria, na verdade, pouco mais de 50 minutos. Foi a partir do intervalo, com as primeiras mexidas de Geninho e a resposta de Ney Franco, que a decisão realmente virou coisa pra valer. Num primeiro momento, a Chape ficou atrás aceitando pressão, para depois...

Catarinense 2019: Criciúma

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CRICIÚMA ESPORTE CLUBE Fundação: 13 de maio de 1947 (como Comerciário. O nome mudou em 17 de março de 1978) Cores: Amarelo, Branco e Preto Estádio: Heriberto Hulse (particular) - 20.000 lugares Presidente: Jaime Dal Farra Técnico: Doriva Ranking "BdR" 2018: 4o. Lugar Catarinense 2018: 4o. Lugar O Criciúma e seus bastidores sempre bastante atribulados. 2018 foi um ano que não fugiu do script: o time até teve um campeonato estadual honesto, terminando na quarta colocação. Mas fora isso, deu tudo errado: eliminação na Copa do Brasil para o Cianorte e uma série B que o time flertou forte com o rebaixamento, mas acabou se salvando graças ao ex-técnico Mazola Júnior, que pegou um time mal montado e conseguiu um mínimo de coesão para ficar na mesma divisão. A torcida está revoltada com o presidente Jaime Dal Farra e não é sem razão: já tem um tempo que o Tigre está devendo bons resultados, o clube contrata jogador a rodo e tudo termina em tristeza. Para 2019, o cenário a...